Trancistas são autônomas. Sem ferramentas específicas para o nicho, a rotina delas é uma colcha de remendos: agenda por WhatsApp, cobrança por Pix sem controle, portfólio no Instagram, indicação boca a boca.
A dor não era falta de talento.
Era falta de estrutura.
O produto precisava resolver isso sem adicionar complexidade. Uma ferramenta de gestão que parecesse feita por alguém que entende como trancista trabalha — não por um dev que nunca agendou um tranço na vida.